Qi Gong 气功: um breve panorama histórico e cultural da Arte de Nutrir a Vida

por Paula Faro

            Na China, o Qi Gong (气功) tem sua origem nos primórdios daquela civilização. Inicialmente estas práticas que conhecemos hoje com este nome (Qi Gong) eram denominadas Dao Yin ou também recebiam o nome de A Arte de Nutrir a Vida. Os exercícios corporais chineses têm como objetivo promover a saúde e prevenir uma serie de enfermidades. Através dos movimento corporais coordenados a respiração, estas práticas nutrem e fortalecem o organismo regulando o corpo através das posturas, da respiração e da mente, desenvolvendo a concentração e levando o ser humano a experimentar a calma. Estas práticas compõem um sistema integral baseado nos princípios da medicina tradicional chinesa e trazem inúmeros benefícios para a saúde do indivíduo. Independentemente do nome que recebam, seus princípios permanecem os mesmos através desta longa e milenar história.
            O caractere Qi é uma das mais antigas palavras na língua chinesa. Para os chineses Qi é um princípio de realidade. Tudo aquilo que existe, seja substancial ou insubstancial, é Qi. A tradução mais comum encontrada na literatura de língua portuguesa para este conceito é energia; outra também bastante comum é sopro, ou sopro vital. Traduzir este conceito é limitar a compreensão do seu significado. Sua forma escrita antiga era composta de duas partes . A parte de cima , significa: o vapor da água invisível que sobe da terra para o céu (princípio Yang). É a energia em vapor que sobe e que, ao se acumular, forma nuvens. É um movimento, um dinamismo.”[1]A outra parte simboliza um maço de cereais ou de arroz vindo da terra (princípio Yin). O cereal é uma reserva de potenciais, de energia que serve para nutrir o homem. Mi significa arroz que é o alimento de base na China. É por isso que, naturalmente, mi é o radical que se relaciona com a nutrição na civilização chinesa. É ele que denota que Qi tem uma função nutritiva na grafia: ”. No próprio caractere Qi temos a ideia de Yin e Yang, o insubstancial e o substancial, as duas polaridades que originam a vida na cosmologia chinesa. O vapor sutil (Yang) que vem do cozimento dos cereais e o próprio cereal (Yin). Gong , a segunda parte que compõe o nome Qi Gong significa trabalho, obra, labor, desenvolvido com habilidade. Um trabalho que requer tempo, dedicação e esforço. Um caminho que procura o aperfeiçoamento e o alcance da excelência em uma técnica ou arte. A ideia presente no nome Qi Gong é o trabalho imbuído das qualidades citadas acima sobre o Qi – e aqui estamos falando especificamente do Qi do Homem. Qi Gong é a arte de nutrir o Qi do homem, fazê-lo circular pelo corpo e levar o ser humano a consciência do seu próprio Qi e sua relação com o Qi do céu e da terra. Para os chineses, o ser humano é o melhor produto do céu e da terra. E como podemos ver no próprio significado do caractere Qi –  o Qi do homem é um resultado do Qi do Céu e do Qi da terra. Para haver equilíbrio deve haver equilíbrio entre o Céu, o Homem e a Terra. Nesta relação, por estar no meio, o equilíbrio humano é fundamental para manutenção do estado de equilíbrio dinâmico entre estes três poderes, chamados pelo chineses de Três Poderes Primordiais.
            A procura pelo equilíbrio para a manutenção da saúde e a busca pela longevidade é intrínseca ao desenvolvimento da civilização chinesa. Desde suas primeiras manifestações culturais datadas da época dos três Imperadores míticos – Fuxi 伏羲, Shennong e Huang Di 黄帝 , este é um tema recorrente e até mesmo poderíamos arriscar dizer o motor de tantas descobertas e invenções. Na época do famoso Imperador Amarelo, Huang Di黄帝 (2690 – 2590 a.C.) no clássico O Livro do Imperador Amarelo, Huang Di Nei Jing 黄蒂内,  podemos encontrar referências ao Dao Yin ou ao An Qiao, técnicas usadas naqueles tempos para massagear o corpo e fazer o Qi circular prevenindo  doenças. Nos tempos antigos as pessoas viviam com os animais, moviam-se para evitar o frio e descansavam à sombra para evitar o calor. Interiormente elas não se perturbavam com paixões e desejos e exteriormente não eram perturbadas pela ambição. Como as pessoas eram indiferentes à fama ou ao ganho, o Qi patogênico não penetrava profundamente. O frio nos membros e doenças nos ossos e articulações eram fatores comuns. O Qi Gong (Dao Yin e An Qiao) eram usados para nutrir, fortalecer, preservar e prevenir a saúde. O princípio por trás do Dao Yin e do An Qiao era promover a circulação do Qi através do movimento corporal. Também podemos encontrar referências importantes no Período Majiayo (3000 a.c) onde cerâmicas com pinturas representando estes movimentos foram encontradas.


Figure <!–[if supportFields]> SEQ Figure \* ARABIC <![endif]–>1<!–[if supportFields]><![endif]–> da esquerda para a direita: Fuxi, Shennong e Huang Di

            Assim como qualquer manifestação cultural, o Qi Gong através da história da China recebe influências filosóficas de acordo com cada período e diferentes interpretações ganhando com isso múltiplas abordagens que acompanham este processo histórico e cultural até os dias de hoje.
            Durante as Dinastias Xia (2205 – 1818 a.c), Shang (1500 – 1050 a.c.) e Zhou 1050 – 256 a.c.), na época da Primavera e Outono e dos Reinos Combatentes, foram feitas importantes transformações e mudanças na estrutura do pensamento chinês. A partir da Dinastia Zhou, a China passa a ser uma sociedade feudal promovendo a política, a ciência, a economia e a cultura. Uma contenda entre as 100 escolas de pensamento faz emergir deste contexto um grupo importante de filósofos e pensadores. O pensamento ativo de figuras importantes como Confúcio 孔子e Lao Zi 老子transformam a abordagem dadas as diferentes artes como o Qi Gong e as próprias ferramentas da Medicina Chinesa. Neste período começam a ser organizadas e sistematizadas as teorias de base do pensamento Chinês (como a Teoria do Yin Yang, Cinco Elementos, etc.) que passam a ser usadas para estruturar o conhecimento médico, entre outras artes chinesas. Nesta época, com o aparecimento de médicos importantes como Bian Que, estabelece-se um sistema médico e profissional separando a medicina da feitiçaria. 
            As teorias sobre Qi Gong começam a surgir marcando uma mudança importante em sua abordagem. A sociedade chinesa deixa de ser um povo nômade, que tem como preocupação primordial, como vimos anteriormente, se proteger dos fatores climáticos e cultiva a saúde prevenindo-se de invasões ocasionadas pelas intempéries do clima. Com a sociedade feudal e as teorias de Confúcio e Lao Zi, o olhar daquele povo é levado para o seu interior. Uma abordagem não exclui a outra mas soma-se a ela. Para os chineses, para haver saúde deve haver um equilíbrio entre a mente e o corpo, entre o interior e o exterior. No capítulo três do Dao De Jing 道德encontramos: “O homem sagrado governa, esvazia seu coração, enche seu ventre, enfraquece suas vontades, robustece seus ossos…” Em um pingente de jade datado do período dos Reinos Combatentes estão escritos quarenta e cinco caracteres que dizem: “ao circular o Qi, acumule; ao acumular, estenda; ao estender, submerja. Ao submergir, estabilize-se; a estabilidade traz germinação; a germinação promete crescimento; o crescimento leva ao recolhimento; o recolhimento leva ao Céu. A função do Qi celestial vem de cima, a função do Qi terrestre vem de baixo. A conformidade a isso leva à vida, enquanto agir contrariamente leva à morte.” Em Confúcio encontramos: “se uma pessoa atinge a tranquilidade, sua pele e músculos serão suaves, seus olhos e ouvidos estarão alertas, seus tendões flexíveis e ossos fortes.”
            Talvez uma das imagens mais conhecidas que temos como referência da antiguidade das práticas corporais chinesas é o Dao Yin Tu 引圖. Esta imagem é um pergaminho de seda encontrado nas escavações feitas na Tumba Mawangdui na cidade de Changsha, Provincia de Hunan, durante a década de setenta. O pergaminho data da Dinastia Han. A dinastia Han é dividida em dois períodos (Dinastia Han do Oeste 206 a.c a 24 d.c e Dinastia Han do Leste 24 d.c a 220 d.c) e é considerada a primeira renascença chinesa. Nesta época estabelece-se um vasto comércio com o ocidente através da rota da seda e é uma época marcada pela entrada do Budismo na China. Com o apoio do segundo imperador da Dinastia Han do Leste, a filosofia budista é trazida da Índia à China influenciando todo o pensamento chinês assim como suas práticas e costumes. A China abre-se para o Budismo e o incorpora. Neste contexto de transformação cultural surge um personagem muito importante para o desenvolvimento das teorias e prática do Qi Gong.


Figure <!–[if supportFields]> SEQ Figure \* ARABIC <![endif]–>2<!–[if supportFields]><![endif]–>:  Dao Yin Tu

             A data da chegada de Bodhidharma à China é controversa. A própria existência de Bodhidharma é questionada. A história de sua passagem pela China, assim como sua relação com o surgimento das artes marciais nascidas em Shaolin, são levadas de geração a geração oralmente e há poucos documentos históricos para confirmar sua existência. Se o que se diz a respeito desta lenda é verdadeiro ou não deixa de ser importante quando observamos o valor simbólico que isto tem para o desenvolvimento das práticas corporais chinesas.
            Seu aparecimento na China é posterior à Dinastia Han, algumas referências colocam-no entre a Dinastia Wei do Norte e Sui (502 a 557 d.c.). Quando Bodhidharma chegou à China o Budismo já havia se instalado naquele país. O próprio monastério de Shaolin foi construído para um outro monge chamado Batuo. Este monastério está localizado no Monte Song, próximo à cidade de Dengfeng na Província de Henan, e foi construído por volta de 495 d.c. tornando-se um centro de referência para o Budismo Chan Chines. Bodhidharma nasceu no sul da Índia e estudou no Reino de Maghada, um dos principais centros de difusão do budismo na Índia naquela época. Durante o período que esteve na China e no Monastério de Shaolin, Bodhidharma deixou dois importantes tratados sobre a prática do Qi Gong: o Yi Jin Jing 易筋 Clássico Cambio Músculo Tendineo – e o Xi Sui Jing 洗髓经 – Clássico de Lavagem da Medula Espinhal. Este dois clássicos nascem da iniciativa de Bodhidharma para recuperar a saúde dos Monges que estavam muito debilitados. Deste encontro surge uma série de práticas de Qi Gong Marcial assim como os sistemas de Arte Marcial do Monastério de Shaolin. A prática do Qi Gong dentro das diferentes escolas de Artes Marciais chinesas tem como objetivo o fortalecimento de seus praticantes assim como também potencializar suas habilidades marciais.


Figure <!–[if supportFields]> SEQ Figure \* ARABIC <![endif]–>3<!–[if supportFields]><![endif]–>: Bodhidharma e o Mosteiro Shaolin

            Existem muitas escolas de artes marciais, diversos estilos e diferentes abordagens.  Isto também ocorre com o Qi Gong. Dentro da história das práticas corporais chinesas o Qi Gong é um conhecimento tão vasto e abrangente como o corpo de conhecimento de qualquer estilo de Arte Marcial. Aquelas escolas que incluem em sua metodologia uma prática de Qi Gong o fazem com diferentes objetivos e propósitos. São inúmeros os possíveis caminhos para a compreensão do Qi Gong. Este pode ser usado para o cultivo da saúde, do espírito ou para potencializar as técnicas de um artista marcial. Algumas das series mais tradicionais de Qi Gong, conhecidas e praticadas na China e fora dela, como o Ba Duan Jin 八段锦– As Oito Peças do Brocado, o Yi Jin Jing – 易筋经o Wu Qin Xi 五禽戲 – Jogo dos Cinco Animais, serão praticadas de formas diferentes dependendo do objetivo do seu praticante.
            Durante as próximas Dinastias: Song (960 – 1279 d.c.), Yuan (1279 – 1368 d.c), Ming (1368 – 1644 d.c) e Qing (1644 – 1911 d.c) a tônica dominante foi o amadurecimento e contínuo desenvolvimento destas diversas escolas de Qi Gong. Neste período temos o surgimento de dois personagens importantes que contribuíram com o crescimento do Qi Gong no que diz respeito a sua compreensão teórica e prática. Ao famoso General Yue Fei, que viveu durante a Dinastia Song, a ele é atribuída a criação da série de Qi Gong denominada Ba Duan Jin  八段锦– As Oito Peças do Brocado. E, durante a Dinastia Yuan surge o também controverso personagem Zhang San Feng que teria vivido na montanha Wudang contribuindo grandemente para o desenvolvimento das artes marciais internas e suaves.


Figure <!–[if supportFields]> SEQ Figure \* ARABIC <![endif]–>4<!–[if supportFields]><![endif]–>: General Yue Fei


Figure <!–[if supportFields]> SEQ Figure \* ARABIC <![endif]–>5<!–[if supportFields]><![endif]–>: Zhang San Feng

            Com a instauração da República na China (1912-1949 d.c.), entrando no período que se estende da Revolução de 1949 até hoje, o Qi Gong passou por altos e baixos. Entre 1950 e 1965 as técnicas de Qi Gong foram sistematizadas, exploradas e promovidas com a fundação de um Centro de Pesquisa Acadêmico dedicado à pesquisa sobre Qi Gong e a abertura de um curso especializado em Qi Gong dentro da Universidade de Medicina Tradicional Chinesa de Beijing. Durante os anos da Revolução Cultural (1966 – 1976) o Qi Gong passa a ser considerado uma prática supersticiosa e entra em desuso, tornando-se esquecido até seu ressurgimento em 1979.
            A partir da década de 80, o próprio Governo Chinês participa de um movimento que impulsiona a retomada destas práticas com novas pesquisas, a formalização da educação através de instituições e com o surgimento de novas formas de exercícios. Neste novo panorama as práticas de Qi Gong são ressignificadas e recontextualizadas no âmbito do Qi Gong para a Saúde ou o Qi Gong Médico. Em 2002, a Administração Estatal Chinesa de Cultura e Esportes criou um departamento oficial chamado de Associação Chinesa de Qi Gong para a Saúde. Esta Associação dá inicio ao trabalho de recompilar as principais séries tradicionais de Qi Gong submetendo-as a estudos feitos por especialistas em Medicina e outras áreas da saúde com o objetivo de aperfeiçoar e atualizar estas séries reintroduzindo sua prática ao mundo contemporâneo. Destas investigações surge um Qi Gong moderno e renovado que tem suas raízes naquele conhecimento antigo. Atualmente são nove as séries revisadas pela a Associação Chinesa de Qi Gong para a Saúde. Estas séries vêm sendo apresentadas não apenas para o público chinês mas também para todo o resto do mundo como uma forma de intercâmbio cultural para promover a saúde além das fronteiras do país do centro.
            O desenvolvimento destas práticas em outros territórios como na Europa, América do Norte e do Sul, entre outros, vem crescendo e tornando-se cada vez mais parte destas sociedades e dos hábitos de saúde de seus habitantes. A prática do Qi Gong quando observada desde seu contexto histórico e cultural deixa de ser apenas uma ginástica para a manutenção da saúde, mas torna-se uma cultura já há muitos milênios instaurada na China. Nos últimos tempos temos ganhado consciência sobre a importância dos cuidados que devemos tomar para prevenir todo o tipo de enfermidades, muitas vezes ocasionadas pela vida contemporânea. Com isto vem a compreensão de que a saúde é conquistada pelo cultivo de hábitos diários,
            O Qi Gong, como vimos, recebe diferentes abordagens e nos propicia a oportunidade de alcançar diferentes objetivos. Como um sistema integral de cultivo que abrange o corpo e a mente estes exercícios se tornam uma ferramenta excelente para qualquer um que queira se aprofundar neste rico conhecimento não apenas da alteridade mas também de si mesmo. As práticas corporais chinesas vem sendo absorvidas pelas nossas culturas transformando-as e a partir daí se transformando também; a prática do Qi Gong permite que cada indivíduo nutra o seu organismo e em contato com a sua natureza intrínseca resgate o seu espírito levando a si mesmo a um estado integral de saúde.  

Indicações de leitura:
       The Root of Chinese Qi Gong: secrets for Health, Longevity and Enlightenment, Dr. Yang Jwing Ming. Editora YMMA
       Chinese Medical Qi Gong, Tianjun Liu. Editora Singing Dragon
       Chi Kung (Qi Gong) para a Saúde e a Vitalidade, Wong Kiew Kit, Editora Pensamento.
       Pa Tuan Chin, Oito Peças do Brocado, Fernando De Lazzari. Edição do autor.
       Yi Jin Jing, Associação Chinesa de Qi Gong para a Saude. Editora Foreign Languages Press
       Ba Duan Jin, Associação Chinesa de Qi Gong para a Saúde, Editora Foreign Language Press.
       Chi Kung da Camisa de Ferro, Mantak Chia. Editora Cultrix.

Indicações filmográficas:
– O Mistério do Chi:
– A Arte Chinesa da Cura:
  Damo, Mestre Zen:
– The Kung Fu Dragons of Wudang:

Imagens:
Figura 1:  
Fuxi:
Shennong:
Huang Di:
Por mural painting from Han dynasty – Li Ung Bin, Outlines of Chinese History, Shanghai 1914, Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=4298114

Figura 2
Dao Yin Tu:

Figura 3
Bodhidharma:
Por Tsukioka Yoshitoshi – en.wikipedia, Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=280892

Shaolin:Por User:Yaoleilei – Obra do próprio, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=111852

Figura 4
Yue Fei:
Por Original uploader was TarcísioTS at pt.wikipedia – Originally from pt.wikipedia; description page is/was here. http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Yue_fei-brightened.jpg, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=2062143

Figura 5:
Zhang San Feng
Por Este ficheiro foi inicialmente carregado por TarcísioTS em Wikipédia em português – Transferido de pt.wikipedia para o Commons por Lijealso utilizando CommonsHelper., Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=7257510



[1] A Essência da Medicina Chinesa – Retorno às Origens Livro 1, Philippe Sionneau; tradução Silvia Ferreira – São Paulo: EBMC, 2014.

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